29.11.08

Amor e Ódio

Parece que fui baptizada em medo.
Como é que encontro uma cara amigável na multidão?
Como é que me encontro por entre multidão?
Não sei para onde a minha bolha protectora foi.
Quando o medicamento humano não está disponível, o que é que eu faço?
Apesar de estar longe da minha zona de conforto,
Uma coisa eu sei:
A verdade vai subir à superfície no dia em que menos esperares,
Todos os buracos que fizeste dentro de mim vão ser preenchidos,
Vou deixar de cambalear entre o Amor e o Ódio
E dizer para mim mesma "tens razão Sofia... sempre tiveste".

10.11.08

Não consigo escrever.

Motivação e ideias não me faltam, mas isso não é o suficiente. Está tudo amontoado na minha cabeça e a querer sair ao mesmo tempo, é difícil conseguir organizar os meus pensamentos, e preciso de tempo para pôr tudo em ordem.
Preciso de algo novo, de uma nova rotina, de um novo eu.

9.11.08

Eu sabia

Há pessoas que são tão previsíveis. Quando as conhecemos demais conseguimos prever as suas falas, os seus gestos, as suas acções.
Quando nos desiludem o que podemos dizer se não "eu sabia que ias optar pelo caminho mais fácil?"
Custa-me entender como conseguem gozar a vitória vergonhosa e sem esforço. Para que é que ela serve afinal? Para quê? Eu sei que bem lá no fundo da sua mente elas sabem que não valem nada, perderam todo o seu valor com mentiras constantes.
São as tais relações tóxicas que finalmente queimei. Para quê desculpar quando não sinto respeito? Não vale a pena.