18.3.11

No fim-de-semana passado,

"Fugi" para Penafirme da Mata, a Aldeia da Marisa e... soube-me tão bem. Acordar com os passarinhos, os galos logo pela manhã, ir à janela e ver os montes com aquele verde que me faz lembrar a ilha e que me satisfez, por um bocado, as saudades de casa. Voltar a Lisboa é... o oposto, algo que ainda não me habituei. Sair de Lisboa é, literalmente, fugir. Sim, gosto muito de ir ali até à Baixa, ao Bairro Alto woohoo, ver concertos a dar c'um pau, ir aos centros comerciais que são todos iguais, conhecer gente nova todos os dias e rodopiar no meio da confusão... mas Lisboa não é só isso. Aliás, nem tenho tempo para fazer o que gosto, ver o que e quem eu gosto. Por isso, fugir de vez em quando lembra-me que não me posso esquecer de sentir as coisas, algo que antes fazia tão bem.

She knows it all.

- Quando sei que não tenho nada para fazer entro em paranóia, mãe.
- Mas em casa há sempre qualquer coisa para fazer. Pôr a máquina a lavar, fazer o almoço...
- E se não me apetecer levantar da cama sequer?
- Levantaste, simplesmente.

4.3.11

Desaparecer, por 4 dias, algures aqui:


Em Navacerrada, Espanha. Por isso, bom Carnaval e essas coisas todas que se costumam dizer que eu vou ali a território vizinho ver se não parto o cóccix a fazer ski. Rebolar na neve é-me muito mais interessante. E passear por Madrid também. Ámen.