Se soubesses alguma coisa sobre mim, o que é que sabias?
19.4.11
18.4.11
Ao homem da minha vida,
Como é que vou deixar de te incomodar? Como é que vou deixar de te assombrar? Como é que te tiro dos sonhos? E dos pensamentos? E, já agora, do coração? Quando é que vou fazer o que digo? Quando é que escrevo o fim? Quando é que não vou estar sempre aqui, para ti? Quando é que ganho amor próprio? E razão? E, já agora, força? Porque é que és o meu maior vício? Porque é que não estás aqui? Porque é que não te percebo? Porque é que não matas a minha curiosidade? Pode ser que, assim, consiga mudar de página, quase um ano depois.
Pensado pela
Fia.
Labels,
Him,
love?,
mas que raio?,
os dias cinzentos,
passado,
perguntas e conclusões

12.4.11
O coração quase que salta do peito com isto

Imagens destas fazem o meu coração bater a mil à hora. Parece um mundo novo, pronto a ser descoberto, cheio de histórias que merecem ser lidas até que as folhas fiquem gastas, cheio de personagens cujas caras não me canso de imaginar, e o cheiro, oh o cheiro de cada um deles é diferente. Conseguem imaginar os meus olhos a brilhar? Não percebo porque é que me arrastam à força de bancas destas na Feira do Relógio ou na Feira da Ladra. Não percebo.
Pensado pela
Fia.
Labels,
ela escreve coisas quentinhas,
ela está noutro mundo,
fantasia e realidade

8.4.11
Os olhos que não vêem nada
"Ai que olhos de lindos! Parecem água! Ui, deve ter tantos namorados que eu bem sei como isso é. Usa lentes ou esses olhos são mesmo seus? Tem a certeza que quer levar este eyeliner? Com esses olhos não precisa de nada disso. É polaca?"
Não estou a refilar por fazerem elogios aos meus olhos, aliás, não estou nem vou refilar de todo. O que eu quero dizer é que não gosto assim tanto deles. "Ai, olha-me esta, se tivesse olhos castanhos queria ter azuis, tem azuis e quer ter castanhos". Não se trata disso, gosto do meu azul, dos meus olhos quase sem pigmentação nenhuma, porém... são transparentes de mais. Toda a gente tem uma bolha onde tenta esconder as emoções, os pensamentos, o que seja. Os meus olhos furam essa bolha, mostram tudo o que está aqui dentro e que não quero mostrar, tornam-me expressiva de mais. Sim, talvez isso não seja mau de todo. Mas ver mal, é mau. Sem óculos ou lentes não vejo nada à frente, e isso assusta-me. Como é que, sem a minha visão, vou ter o prazer de passar uma tarde sozinha numa esplanada a observar os comportamentos de quem me rodeia? Como é que, sem ela, consigo olhar nos teus olhos e perceber tudo o que me queres esconder? Como é que vou conseguir ver a verdade que não existe nas palavras? Sim, estou a dramatizar, a preocupar-me sem necessidade porque, afinal, sempre tenho as minhas lentes comigo. Mas... e se?
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