30.11.11

Just sayin'

- Quando estás demasiado perto da peça que falta não vês o puzzle todo...
- Eu cá acho que o meu puzzle tá todo fodido.

24.11.11

19.11.11

Gotta know you're a little loved,

right?

9.11.11

Ser a Sofia é...

1. Andar com a cabeça no ar constantemente
2. Ter de pensar muito para saber em que dia nasceu e não saber os aniversários de ninguém (para isso é que existe Facebook, certo?)
3. Ter de verificar a hora do despertador pelo menos quatro vezes antes de se ir deitar
4. Andar sempre com uma agenda (isso se não a perder entretanto)
5. Comprar outra agenda porque se esqueceu que comprou a primeira
6. Esquecer-se do pin do telemóvel e dizer "tenho que escrever os pins num papel"
7. Perder o papel que tem os pins
8. Preocupar-se de mais com tudo e entrar em modo drama num segundo
9. Ter um limiar de paciência muito, mas muito baixo
10. Cansativo.

e a lista continua, e continua...

5.11.11

O que é que o meu Eu anda a fazer, afinal?

A estudar. Ah, e a adiantar trabalhos e perguntas para avaliação e a fazer apontamentos para os exames e a tentar ter tempo para ler aqueles livros ali que estão literalmente a apanhar pó. Mas não é só o meu Eu como também o de todos os que me estão próximos. Isso é bom sim, é algo que gosto, que me dá prazer e ainda bem, já que me ocupa a vida. Que vida? Boa pergunta, mas nem tento entrar nesse caminho, é um tema que me cansa, talvez venha para outro post. Estou desde as 11 da manhã sentada nesta cadeira desconfortável a olhar para o ecrã do computador. Passam duas horas e só tenho três linhas escritas, cinco horas e finalmente tenho um parágrafo. Por esta altura já me dói o pescoço, as costas nem vale a pena comentar. É quase meia noite e nem tenho uma página completa, a frustração já é habitual, trato-a por tu. Porque é que desperdicei um dia assim, contrariada? Tenho a perfeita noção de que enquanto escrevia estava a pensar no porquê de estar a escrever, no porquê de estar a ser tão má e não me permitir fechar os olhos para pensar noutras coisas que precisam de ser resolvidas. Ah, pois, o trabalho vem primeiro. E quando o trabalho acabar, ainda terei aquelas imagens lindas que devia ter explorado na minha mente? Ainda terei tempo para tentar encontrar a lua no meio destes prédios todos? Não, quando acabar já estarei cansada e as melodias que tenho em mim provavelmente irei esquecê-las e nunca serão transformadas em sons, essas coisas terão de ficar para o amanhã. Ou para o depois de amanhã, e por assim adiante. O meu Eu anda à espera de tempo para se sentir quente outra vez, basicamente. E só me resta esperar.