9.11.11

Ser a Sofia é...

1. Andar com a cabeça no ar constantemente
2. Ter de pensar muito para saber em que dia nasceu e não saber os aniversários de ninguém (para isso é que existe Facebook, certo?)
3. Ter de verificar a hora do despertador pelo menos quatro vezes antes de se ir deitar
4. Andar sempre com uma agenda (isso se não a perder entretanto)
5. Comprar outra agenda porque se esqueceu que comprou a primeira
6. Esquecer-se do pin do telemóvel e dizer "tenho que escrever os pins num papel"
7. Perder o papel que tem os pins
8. Preocupar-se de mais com tudo e entrar em modo drama num segundo
9. Ter um limiar de paciência muito, mas muito baixo
10. Cansativo.

e a lista continua, e continua...

5.11.11

O que é que o meu Eu anda a fazer, afinal?

A estudar. Ah, e a adiantar trabalhos e perguntas para avaliação e a fazer apontamentos para os exames e a tentar ter tempo para ler aqueles livros ali que estão literalmente a apanhar pó. Mas não é só o meu Eu como também o de todos os que me estão próximos. Isso é bom sim, é algo que gosto, que me dá prazer e ainda bem, já que me ocupa a vida. Que vida? Boa pergunta, mas nem tento entrar nesse caminho, é um tema que me cansa, talvez venha para outro post. Estou desde as 11 da manhã sentada nesta cadeira desconfortável a olhar para o ecrã do computador. Passam duas horas e só tenho três linhas escritas, cinco horas e finalmente tenho um parágrafo. Por esta altura já me dói o pescoço, as costas nem vale a pena comentar. É quase meia noite e nem tenho uma página completa, a frustração já é habitual, trato-a por tu. Porque é que desperdicei um dia assim, contrariada? Tenho a perfeita noção de que enquanto escrevia estava a pensar no porquê de estar a escrever, no porquê de estar a ser tão má e não me permitir fechar os olhos para pensar noutras coisas que precisam de ser resolvidas. Ah, pois, o trabalho vem primeiro. E quando o trabalho acabar, ainda terei aquelas imagens lindas que devia ter explorado na minha mente? Ainda terei tempo para tentar encontrar a lua no meio destes prédios todos? Não, quando acabar já estarei cansada e as melodias que tenho em mim provavelmente irei esquecê-las e nunca serão transformadas em sons, essas coisas terão de ficar para o amanhã. Ou para o depois de amanhã, e por assim adiante. O meu Eu anda à espera de tempo para se sentir quente outra vez, basicamente. E só me resta esperar.

6.10.11

Devagarinho, quentinho e fofinho.

Não, ainda não me esqueci de ti.

19.9.11

Sobre amar uma mulher

É errado pensar que para que uma mulher ame um homem não é preciso rigorosamente nada, que é algo que simplesmente acontece. O homem deve amá-la em todos os sentidos possíveis, mostrando e provando perante ela aquilo que sente. Não estou a falar numa relação não recíproca, acredito que a mulher pode não o dizer por palavras mas expressa o amor que sente ao retribuir todo o fogo que tem, sem pensar nas consequências. Mas para isso é necessário entrar-lhe no coração e isso é algo que só um Homem sabe fazer.

18.9.11

Distingue-te pela Luz e não pela Sombra Sofia... pela Luz.

3.9.11

#12

É uma pena que o que não vai acontecer não aconteça, entre os nossos possíveis Eus.

4.8.11

Será que é mesmo possível alguém nos partir o coração?

- Chegamos mesmo a dá-lo? Criar expectativas a mais não será o problema? E quem é que comanda o coração? A mente? Mas a mente [sã?] consegue controlar-se a si própria logo, porque é que não o controla?
- Ver o outro na sua forma irreal é o problema. Talvez o coração não se parta, talvez se torne cada vez mais pequenino à medida que as imagens que fazemos dos outros não correspondam à realidade.

3.8.11

Talvez a Tia Esperança tenha razão. Talvez.

- Saí da escola há 70 anos, tinha eu 10 anos, sabias? Há coisas que não me lembro, mas eu ainda sei muita coisa e aprendo todos os dias. Só ao falar com as pessoas consigo ver o que lhes vai na cabeça, não é assim? É isso que estás a aprender também não é? Vais longe com essa cabecinha, acredita filha... vais longe.

1.8.11

He made me cry

A saga repete-se sempre, dia 1.