Muitas vezes devíamos pensar no que vai na nossa, e não na dos outros. Não damos oportunidade de os fazer ouvir, de dizerem o que têm porque o sabemos claramente, somos os detentores da verdade [falsa]. E ouvir a nossa mente dizer "estou triste/feliz" e perceber porquê, em vez de sofrer da típica "surdez interior"? Mas uma deficiência é certa, somos cegos. O que não nos interessa passa ao lado. "Ai estás triste? Mas eu agora estou feliz, desabafa com outro" ou "Ai estou tão mal. Também estás mal? Mas eu estou mais!". Não, isto não é nenhuma indirecta para alguém em específico que conheço, é para todos em geral. Já chega de sermos egocêntricos, sim, o eu está sempre em primeiro lugar, mas esse eu não vive sem os outros. Estas atitudes não nos tornam o coração quente, de todo. Isto bem que podia ser uma mensagem de Feliz Natal, mas a crise não o torna feliz não é? É melhor guardar a parte do discurso que o dinheiro não interessa para outro texto.
21.12.11
1.12.11
Descobertas pela manhã
Sei que não dou importância ao que os outros pensam quando vou para a rua de pijama, despenteada, à procura da caixa de multibanco mais próxima para carregar o telemóvel. Parece que sou viciada nesta coisa cheia de botões e só descobri agora. Hmm.
30.11.11
Just sayin'
- Quando estás demasiado perto da peça que falta não vês o puzzle todo...
- Eu cá acho que o meu puzzle tá todo fodido.
24.11.11
19.11.11
9.11.11
Ser a Sofia é...
1. Andar com a cabeça no ar constantemente
2. Ter de pensar muito para saber em que dia nasceu e não saber os aniversários de ninguém (para isso é que existe Facebook, certo?)
3. Ter de verificar a hora do despertador pelo menos quatro vezes antes de se ir deitar
4. Andar sempre com uma agenda (isso se não a perder entretanto)
5. Comprar outra agenda porque se esqueceu que comprou a primeira
6. Esquecer-se do pin do telemóvel e dizer "tenho que escrever os pins num papel"
7. Perder o papel que tem os pins
8. Preocupar-se de mais com tudo e entrar em modo drama num segundo
9. Ter um limiar de paciência muito, mas muito baixo
10. Cansativo.
e a lista continua, e continua...
5.11.11
O que é que o meu Eu anda a fazer, afinal?
A estudar. Ah, e a adiantar trabalhos e perguntas para avaliação e a fazer apontamentos para os exames e a tentar ter tempo para ler aqueles livros ali que estão literalmente a apanhar pó. Mas não é só o meu Eu como também o de todos os que me estão próximos. Isso é bom sim, é algo que gosto, que me dá prazer e ainda bem, já que me ocupa a vida. Que vida? Boa pergunta, mas nem tento entrar nesse caminho, é um tema que me cansa, talvez venha para outro post. Estou desde as 11 da manhã sentada nesta cadeira desconfortável a olhar para o ecrã do computador. Passam duas horas e só tenho três linhas escritas, cinco horas e finalmente tenho um parágrafo. Por esta altura já me dói o pescoço, as costas nem vale a pena comentar. É quase meia noite e nem tenho uma página completa, a frustração já é habitual, trato-a por tu. Porque é que desperdicei um dia assim, contrariada? Tenho a perfeita noção de que enquanto escrevia estava a pensar no porquê de estar a escrever, no porquê de estar a ser tão má e não me permitir fechar os olhos para pensar noutras coisas que precisam de ser resolvidas. Ah, pois, o trabalho vem primeiro. E quando o trabalho acabar, ainda terei aquelas imagens lindas que devia ter explorado na minha mente? Ainda terei tempo para tentar encontrar a lua no meio destes prédios todos? Não, quando acabar já estarei cansada e as melodias que tenho em mim provavelmente irei esquecê-las e nunca serão transformadas em sons, essas coisas terão de ficar para o amanhã. Ou para o depois de amanhã, e por assim adiante. O meu Eu anda à espera de tempo para se sentir quente outra vez, basicamente. E só me resta esperar.
6.10.11
19.9.11
Sobre amar uma mulher
É errado pensar que para que uma mulher ame um homem não é preciso rigorosamente nada, que é algo que simplesmente acontece. O homem deve amá-la em todos os sentidos possíveis, mostrando e provando perante ela aquilo que sente. Não estou a falar numa relação não recíproca, acredito que a mulher pode não o dizer por palavras mas expressa o amor que sente ao retribuir todo o fogo que tem, sem pensar nas consequências. Mas para isso é necessário entrar-lhe no coração e isso é algo que só um Homem sabe fazer.
3.9.11
4.8.11
Será que é mesmo possível alguém nos partir o coração?
- Chegamos mesmo a dá-lo? Criar expectativas a mais não será o problema? E quem é que comanda o coração? A mente? Mas a mente [sã?] consegue controlar-se a si própria logo, porque é que não o controla?
- Ver o outro na sua forma irreal é o problema. Talvez o coração não se parta, talvez se torne cada vez mais pequenino à medida que as imagens que fazemos dos outros não correspondam à realidade.
3.8.11
Talvez a Tia Esperança tenha razão. Talvez.
- Saí da escola há 70 anos, tinha eu 10 anos, sabias? Há coisas que não me lembro, mas eu ainda sei muita coisa e aprendo todos os dias. Só ao falar com as pessoas consigo ver o que lhes vai na cabeça, não é assim? É isso que estás a aprender também não é? Vais longe com essa cabecinha, acredita filha... vais longe.
1.8.11
28.7.11
#11
Se sei a verdade e continuo a transformá-la numa mentira, isso não mostra nenhum sinal de inteligência mas sim de burrice extrema.
25.7.11
24.7.11
7.7.11
6.7.11
2.7.11
Uma... Prova?
- Vais voltar a tocar guitarra?
- Parece que sim... Preciso de transformar as palavras em melodias.
- Mas porquê, o que é que te fez mudar?
- Não sei, mas sei que só tu é que me viste tocar até hoje, e foi por pouco tempo. Está na hora de partilhar com mais alguém algo que está aqui dentro e que é tão especial.
- Isso é uma grande prova, Sofia.
29.6.11
#7
Odeio estes medos irracionais que me fazem acordar a meio da noite e não me deixam sossegada durante o dia.
24.6.11
Interessante como ela tem sempre razão
Há um mês, na minha última sessão, ergui a minha bolha novamente mal ela me perguntou sobre a minha vida amorosa. Logo agora que andava tão feliz não me ia pôr a pensar em puros desastres e, por isso, limitei-me a responder com sim's e não's secos... até que ela se fartou, penso eu.
- O que é que a Sofia quer?
- Como assim, o que é que eu quero?
- De uma relação, o que é que a Sofia quer? Quer dar ou receber?
- Quero dar e receber - disse com toda a convicção que tinha na altura, convicção que foi por água abaixo quando a vi torcer o nariz e lançar-me aquele olhar que faz sempre que sabe que estou a mentir.
- De certeza? A Sofia quer dar ou receber?
- Já disse... quero dar e receber.
Enquanto estava a ler o resultado do questionário do Values In Action que tive de realizar para uma cadeira, reparei que a minha força principal inclui generosidade, cuidado, compaixão, amor altruísta e delicadeza. Ai que interessante. E, atenção, das frases típicas que seleccionei destacam-se "os outros são tão importantes quanto eu; todos os seres humanos têm o mesmo valor; dar é mais importante que receber; eu não sou o centro do universo, faço parte de uma humanidade comum."
Perceber que ando a convencer-me do contrário custa. Quinta-feira vou dizer-lhe que já devia ter aprendido que mentir a mim própria é mau e quem cai sou sempre eu, mais ninguém.
21.6.11
Olá Eddie.
Prepara-te para seres agarrado com todas as minhas forças. Prepara-te para te fartares de mim. Hoje, preciso de ti.
19.6.11
18.6.11
I missed you, girl.
Sei que quando deixamos de nos falar durante meses é para o melhor da nossa relação, porque no fundo gosto de ti e isso não muda, não. Sei que quando desapareço do mapa tu sabes sempre o porquê, e também sei que quando foges vais voltar. Voltas sempre.
Entre nós nunca há um fim, mas sim um até já.
17.6.11
14.6.11
- Uma pergunta, dia 16 é quinta e hoje é terça e o exame é dia 16 logo... é quinta?
*
Não saio de casa desde quinta-feira passada (sábado não conta porque só saí por quinze minutos para ir tomar café). Se calhar devia ir arejar a cabeça. Não ando a dizer coisa com coisa por isso sim, se calhar... devia.
*
Não saio de casa desde quinta-feira passada (sábado não conta porque só saí por quinze minutos para ir tomar café). Se calhar devia ir arejar a cabeça. Não ando a dizer coisa com coisa por isso sim, se calhar... devia.
13.6.11
4.6.11
#4
- Yeah, I have to move on - she said.
She was tired of living without a man, someone who didn't loved her, someone who was unreal. So she waited through the days, with hope in her heart and fire in her eyes.
Yes, she's waiting.
She was tired of living without a man, someone who didn't loved her, someone who was unreal. So she waited through the days, with hope in her heart and fire in her eyes.
Yes, she's waiting.
18.5.11
13.5.11
Pensar sem pensar
Há dias em que olho para a minha guitarra e apetece-me tocar as melodias que me vêm à cabeça. Apetece, mas nunca a agarro, deixo-a encostada à parede. Mas raramente me lembro dela. O mesmo acontece com o meu bloquinho, não me apetece escrever nem deitar nada cá para fora, ponto. "Devia ter escrito aquilo, devia, mas não escrevi". Se não faço as coisas no momento, se as coisas são feitas no amanhã, o sentimento não é o mesmo. Ultimamente tudo se tem resumido a isso: quero mas não me apetece. Prefiro sair e arejar a cabeça. Prefiro ficar a tarde toda a dormir no sofá ou deitada no tapete a deambular na minha mente. Tudo passa mais rápido quando passo o dia a pensar sem pensar.
19.4.11
18.4.11
Ao homem da minha vida,
Como é que vou deixar de te incomodar? Como é que vou deixar de te assombrar? Como é que te tiro dos sonhos? E dos pensamentos? E, já agora, do coração? Quando é que vou fazer o que digo? Quando é que escrevo o fim? Quando é que não vou estar sempre aqui, para ti? Quando é que ganho amor próprio? E razão? E, já agora, força? Porque é que és o meu maior vício? Porque é que não estás aqui? Porque é que não te percebo? Porque é que não matas a minha curiosidade? Pode ser que, assim, consiga mudar de página, quase um ano depois.
Pensado pela
Fia.
Labels,
Him,
love?,
mas que raio?,
os dias cinzentos,
passado,
perguntas e conclusões

12.4.11
O coração quase que salta do peito com isto

Imagens destas fazem o meu coração bater a mil à hora. Parece um mundo novo, pronto a ser descoberto, cheio de histórias que merecem ser lidas até que as folhas fiquem gastas, cheio de personagens cujas caras não me canso de imaginar, e o cheiro, oh o cheiro de cada um deles é diferente. Conseguem imaginar os meus olhos a brilhar? Não percebo porque é que me arrastam à força de bancas destas na Feira do Relógio ou na Feira da Ladra. Não percebo.
Pensado pela
Fia.
Labels,
ela escreve coisas quentinhas,
ela está noutro mundo,
fantasia e realidade

8.4.11
Os olhos que não vêem nada
"Ai que olhos de lindos! Parecem água! Ui, deve ter tantos namorados que eu bem sei como isso é. Usa lentes ou esses olhos são mesmo seus? Tem a certeza que quer levar este eyeliner? Com esses olhos não precisa de nada disso. É polaca?"
Não estou a refilar por fazerem elogios aos meus olhos, aliás, não estou nem vou refilar de todo. O que eu quero dizer é que não gosto assim tanto deles. "Ai, olha-me esta, se tivesse olhos castanhos queria ter azuis, tem azuis e quer ter castanhos". Não se trata disso, gosto do meu azul, dos meus olhos quase sem pigmentação nenhuma, porém... são transparentes de mais. Toda a gente tem uma bolha onde tenta esconder as emoções, os pensamentos, o que seja. Os meus olhos furam essa bolha, mostram tudo o que está aqui dentro e que não quero mostrar, tornam-me expressiva de mais. Sim, talvez isso não seja mau de todo. Mas ver mal, é mau. Sem óculos ou lentes não vejo nada à frente, e isso assusta-me. Como é que, sem a minha visão, vou ter o prazer de passar uma tarde sozinha numa esplanada a observar os comportamentos de quem me rodeia? Como é que, sem ela, consigo olhar nos teus olhos e perceber tudo o que me queres esconder? Como é que vou conseguir ver a verdade que não existe nas palavras? Sim, estou a dramatizar, a preocupar-me sem necessidade porque, afinal, sempre tenho as minhas lentes comigo. Mas... e se?
18.3.11
No fim-de-semana passado,
She knows it all.
- Quando sei que não tenho nada para fazer entro em paranóia, mãe.
- Mas em casa há sempre qualquer coisa para fazer. Pôr a máquina a lavar, fazer o almoço...
- E se não me apetecer levantar da cama sequer?
- Levantaste, simplesmente.
4.3.11
Desaparecer, por 4 dias, algures aqui:

Em Navacerrada, Espanha. Por isso, bom Carnaval e essas coisas todas que se costumam dizer que eu vou ali a território vizinho ver se não parto o cóccix a fazer ski. Rebolar na neve é-me muito mais interessante. E passear por Madrid também. Ámen.
21.2.11
Segunda-feira para pensar
Hoje na aula de Psicologia Positiva, uma convidada, a Jornalista Fernanda Freitas disse-nos qualquer coisa deste género, "Se querem mudar o rumo ou a maneira de verem a vossa vida, comecem a ler o jornal do fim para o princípio". E isto fez tanto sentido.
20.2.11
Apenas é.
Hoje entalei um dedo ao abrir a janela. Está inchado e vermelho. Dói. Há uns tempos entalei-o enquanto fechava uma gaveta. Sabe-se lá porquê não me lembrei de tirar a mão enquanto a fechava. Nunca fui boa a medir as distâncias. Isso fez com que uma vez partisse uns óculos acabadinhos de comprar porque me virei demasiado cedo na esquina do corredor. Fiquei com a testa dorida. Ter nódoas negras nos joelhos é normal. Tropeçar nas escadas também. Torcer os pés é um ritual. Quando saio sozinha tenho de estar mais atenta que o habitual. No fundo tento mas não consigo. Se sei que quero apanhar o metro no sentido de Santa Apolónia dou por mim e estou a ir em direcção a Amadora Este. No início achava engraçado mas perder tempo a trocar de sentido ou de linha porque não estava com atenção já não tem piada nenhuma. Antes de sair de casa verifico várias vezes se tenho tudo o que preciso. Esqueço-me sempre de alguma coisa. Confiro pelo menos três vezes se coloquei o despertador na hora certa. Tomar medicamentos a horas é um sonho. Mas acho que é isso que faz de mim a Sofia, esquecida, aérea. Perdida algures. Há uns dias disseram-me que estava menos surda. Sei que não é uma questão de estar a ouvir melhor, mas sim de estar mais atenta ao que me dizem, a tudo. E gosto disso.
13.2.11
O problema de aprender a cuidar de mim desde muito cedo?
Quanto mais se preocupam, mais os afasto. Estranho, não é?
28/2
Acho que está na hora de falar-lhe de ti. Quando comentei que ainda não tinha referido o teu nome nas sessões, ainda me lembro do que ouvi. "Como não? Estás assim por causa dele, como é que ainda não falaste?". A minha resposta é sempre a mesma. "Não estou nada, não digas isso. Ele é só... a cereja em cima do bolo", e acabo sempre por prometer que o vou referir, mas não tenho de o prometer a ninguém, se não a mim mesma. Ainda falta muito para dia 28, sempre que penso no que vou falar fico ansiosa. Na verdade, ela arranca-me tudo sem que eu me aperceba, e devolve-me todas as questões de volta para o meu colo para que eu tenha alguma coisa em que reflectir, para que eu não pense no que não deva. Mas penso sempre nele, nos sonhos, todas as manhãs, todos os dias. Sim, está na hora de falar-lhe... de ti.
10.2.11
Finalmente, acabou.
Ou é ou não é. Acabaram-se os meios-termos e o porque é que não estou onde tu estás, porque é que és tão indeciso, porque é que consigo prever a tua indecisão, porque é que não fazes o que dizes, porque é que estou sempre aqui para ti como uma parva, porquê? Em relação a ti só aprendo à bruta, só percebo quando bato com a cabeça. Ou és tudo ou és nada.
3.2.11
27.1.11
Puf.
Já Simone Weil dizia "todos os pecados são tentativas de preencher vazios", ou seja "não faças merda Sofia".
26.1.11
Ela disse que os comprimidos me iam pôr melhor, ela disse. Ela disse que isto custava mas que ia passar e tudo ia ficar bem. O que ainda não lhe disse é que estou pior, isto não me mata os pensamentos que não deviam entrar, não me dá a energia que preciso para fazer as coisas bem. Ir-me embora amanhã não me vai fazer bem, não vai, não vai.
25.1.11
Resumo de um dia nada produtivo
Acordo às 8 horas com o vizinho de cima a tossir desalmadamente. Ainda é cedo, vou ver televisão. Saco as bolachas que estão na mesa de cabeceira (estrategicamente colocadas de modo a que só tenha de esticar o braço para agarrar o pacote, e assim, gastar pouca energia). Ver notícias logo de manhã é chato, assim quando as vir à noite são praticamente as mesmas. O Family Guy na Fox é repetido e não gosto da Buffy. No AXN não está a dar nenhuma série de jeito, e agora? Levanta o cu da cama Sofia, vai hibernar para o sofá do escritório. Liga-se o computador, vê-se as notícias no Sapo, lá se vai ver as conversas interessantes no Facebook. Companhia das Manhãs na Sic? O que é isto? Olha, mais vale ver isto que olhar para o tecto. Se calhar é melhor fazer o almoço ao meio dia porque às duas tenho de fazer as matrículas. Boa, o que é que vou almoçar? Descascar batatas? Não. Encomendar pizza? Não quero gastar dinheiro. Onde estão os croquetes pá? Bifes panados, sim é isso, com um arroz simples, enfio o alho na panela, sal, azeite, cebola e água e já está. Óbvio que queimei o arroz, é o normal. Tive sorte em fazer as matrículas em 3 minutos, normalmente só consigo entrar no site uma hora depois. Falei com elas e disse-lhes que ia hibernar, foi o que fiz. A última vez que vi as horas eram duas e meia. Quando acordei já passava das cinco. Supostamente devia limpar o Eddie para ele ficar cheiroso e depois ir tomar banho, mas nunca pensei que o meu cu gostasse tanto do sofá. Tudo o que tenho para fazer vai ficar para amanhã. Tudo o que tenho para fazer vai ser feito à última da hora. Parece que o meu corpo hoje tirou um dia de folga.
24.1.11
Se começar a tirar-te todas as camadas que vestes, com o que é que ficas? Se percorrer o caminho que te levou a partir, vou encontrar a tua origem? E se encontrar o porquê de teres ido embora, isso vai trazer-te de volta? Será que sabes que, para ti, não preciso de vestir a armadura, sou apenas eu? Será que sabes que a minha casa, és tu? Nunca me vou embora... Sabias?
23.1.11
Na verdade, não mudei.
Hoje, pela primeira vez, comprei uns botins lindos, pretos e de salto alto. De facto gostei de me ver mais alta... e a postura mudou completamente. Quem olha para mim vê uma Sofia diferente e isso assusta, sabem? Nunca gostei de coisinhas de meninas, sempre preferi o básico: ténis nos pés, calças de ganga, uma t-shirt larga e um casaco de malha quentinho. Ainda prefiro, só que... é o medo de mudar a imagem e com isso a pessoa se vá também. Hoje quando olhei para o espelho vi uma Sofia que tem quase 20 anos e que se está a tornar numa mulher. E, sinceramente... gostei.
8.1.11
I love my family
- Olha, estou muito chocada sabes? Um senhor disse-me que o mundo ia acabar em 2012, já viste? 2012! As aves vão morrer todas, coitadinhas. Estou chocada.
Talvez até tens razão... Talvez, sim?
"Estás num dia mau? O que é que isso quer dizer afinal? Parece que estás sempre mal, com essa cara sem vida, chateada com toda a gente. Quando chegas sente-se logo uma energia negativa, não tens paciência para falar ou mexeres um dedo que seja, pergunto-me se tens paciência para respirar sequer"
A minha mente é tão simpática. Adoro-a.
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