É algo individual, íntimo, de cada um. E varia em nós, consoante o tempo, quando o que era ontem desapareceu nos dias de hoje. Aprendi que não posso mudar o que está nas minhas mãos nem quem me rodeia, não posso nem devo. E são poucos os que vêem com olhos de ver, e sentem com todas as células que têm em si. Estamos a percorrer caminhos distintos e continuamos juntos. O truque é sorrir.