30.5.13
Ser Pessoa
É algo individual, íntimo, de cada um. E varia em nós, consoante o tempo, quando o que era ontem desapareceu nos dias de hoje. Aprendi que não posso mudar o que está nas minhas mãos nem quem me rodeia, não posso nem devo. E são poucos os que vêem com olhos de ver, e sentem com todas as células que têm em si. Estamos a percorrer caminhos distintos e continuamos juntos. O truque é sorrir.
6.5.13
27.4.13
Rigidez
Antes acreditava vivamente que possuía em mim uma ânsia qualquer, que punha dúvidas a tudo o que pensava, dizia e fazia. E isso era desgastante.
25.4.13
14.3.13
Não, isto não é um pedido de desculpas
Já fui muita coisa para muita gente. Já fui a melhor amiga da primária. Já fui namorada. Já fui a melhor amiga da Faculdade. Já fui a mulher da vida de um homem (sabe-se lá como sendo nós tão jovens e com tanto pela frente). A questão é que agora não sou nada disso, por várias razões. Sempre fui muito "sim ou não", "branco e preto", "sinto ou não sinto", e isso estragou tudo, poderiam pensar. Eu acho que não estragou nada, as coisas evoluíram. Sinto-me (mais) feliz por ser simplesmente a Sofia que está presente na vida de várias pessoas que também estão, igualmente presentes na minha, sem rótulos ou expectativas. Apenas estou, apenas estão e apenas estamos. E isso é tão bom.
17.2.13
Constatações #1
Tentar ter um pouco de diversão quando não se está feliz é o mesmo que nada. É uma perda de tempo. O riso não tem o sabor que devia, o humor não é verdadeiro quando eu não me sinto eu.
23.1.13
Hello 2013, will you end soon?
Uma pessoa passa a maior parte do tempo a tentar fazer os outros felizes e esquece-se de si, pensando que a felicidade dos outros é a sua. E isso está errado em todos os sentidos. Porque quando pensamos que estamos a fazer o que é correto e nos sai o tiro pela culatra, o que resta? Resta o "não devia ter feito isto porque eles isto". Sim, resta um "eu não devia". O meu eu é pequeno demais para aguentar com o peso do mundo, mesmo que queira. O meu eu devia lembrar-se mais de si. Sim, "devia".
28.10.12
Ando a tentar sem pensar,
A dar constantemente forças que não tenho e que surgem sabe-se lá de onde. A dar tempo que devia ser para mim aos outros, que o exigem sem dar nada em troca. Sem demonstrar preocupação e a viver numa constante falta de tempo. É impossível fazer tudo certo sem deixar nada para trás. Eu deixei a Sofia e o corpo dela reclamou descanso. Doía-lhe tudo sem saber porquê. O corpo só parava de reclamar quando estava deitado. E foi isso que ela fez. Deixou de tentar e parou para pensar. Ser a super mulher não é para qualquer uma. Mas meter-se em mil e uma coisas também não, e eu quero fazê-las a todas, mesmo questionando se devo ou não. Quero porque sim, quero porque penso que posso a não ser que o meu corpo me peça para parar e a mente para descansar. Caso contrário, sim, eu quero porque sim.
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