Estava escuro, estendeste-me a tua mão cerrada em punho.
- Abre. É para ti.
E abri... os meus olhos quase que devoravam o seu conteúdo.
- Está vazia.
- Não. Está cheia com tudo o que tenho para te dar. Olha bem, com olhos de ver! Quando o fizeres vês todo o meu amor que é teu.