Eu sou a maluca que perante um ataque de choro repentino e, possivelmente, ansiedade, se sentou no meio do passeio à espera que a calma chegasse e ela atendesse o telemóvel. Todos olhavam para mim e eu só pensava "não quero saber, não me importo, estou aqui bem". E esperei. Esperei até me acalmar e ficar "normal". Foi a meia hora mais longa da minha vida. E depois? Depois ele chegou e ofereceu-me um sorriso. Agora, enquanto o dia chega ao fim, pergunto-me "porque é que fiquei assim, o que é que me deu?" Não sei. Fui-me abaixo e voltei.